Antihipertensivos

Os anti-hipertensivos são substâncias que atuam no sentido de diminuir a pressão arterial. A hipertensão é uma das doenças com maior prevalência no mundo moderno, tendo como causas principais a hereditariedade, a obesidade, o sedentarismo, o alcoolismo, o estresse, dentre outras, sendo que sua incidência aumenta com a idade. No Brasil, estima-se que um em cada cinco habitantes seja portador dessa patologia. Além disso, essa é uma doença considerada silenciosa, pois na maioria dos casos não são observados quaisquer sintomas no paciente. Quando estes ocorrem, são vagos e comuns a outras doenças, tais como dor de cabeça, tonturas, cansaço, enjôos, falta de ar e sangramentos nasais. Essa falta de sintomas pode fazer com que o paciente esqueça de tomar o seu medicamento ou até mesmo questione a sua necessidade, o que leva a um grande número de complicações.

Embora não exista cura para a hipertensão arterial, é possível um controle eficaz, baseado tanto na reformulação de hábitos de vida (como moderação da ingestão de sal e álcool, aumento da ingestão de alimentos ricos em potássio, prática regular de exercícios e manutenção do peso ideal), quanto em medicação, permitindo ao paciente uma melhor qualidade de vida.

Em geral considera-se o tratamento com medicamento quando a pressão arterial diastólica, chamada “mínima”, é superior a 95 mmHg e não abaixa após o uso de dieta sem sal. A pressão sistólica ou “máxima” é considerada elevada em níveis superiores a 160 mmHg. Os diuréticos são as drogas mais comuns utilizadas no controle da pressão arterial e atuam por eliminar o sódio e a água. Além dos diuréticos, o arsenal de medicamentos anti-hipertensivos contém substâncias denominadas beta-bloqueadoras (propranolol, atenolol, etc.), vasodilatadoras (minoxidil, captopril) e bloqueadoras de cálcio (nifedipina). Há também medicamentos que baixam a pressão por agirem sobre o sistema nervoso central (clonidina e metildopa). Todos esses medicamentos são substâncias muito eficientes, porém devem ser manipulados sob rigoroso controle médico. Um dos mais graves efeitos colaterais dos anti-hipertensivos é a tontura e conseqüente queda com fratura.

Nomes comerciais dos medicamentos já postados:
Atenolol – Atenobal, Ablok, Ablok plus, Atenopress, Telol, Atenokin.
Captopril- Capoten, Capotril, Capril, Captil, Captocord, Captolab, Capton, Captomed, Captopiril, Captotec, Captrizin, Catoprol, Ductopril, Hipoten, Normapril, Pressomax, Venopril.
Nifedipina: Adalat®, Adalat oros®, Adalat retard®, Cardalin®, Cardalin retard®, Diaflux®, Diaflux retard®, Nifedipina®, Nifedipina retard®, Nifelat®, Oxcord®, Oxcord Retard®, Vasicor®,  Vasicor retard®.


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